Paris, 1978. Em plena campanha eleitoral, o político Martial Perrin, presidente do Partido Centro Conservador Progressista Independente (CIP), soube pela rádio e pela televisão da fuga de Richard Krauss, um ex-mercenário que jurara matar todos os que o rodeavam que o condenaram há mais de dez anos durante uma violenta acção contra o governo no Djibuti, que na altura, era ainda uma colónia francesa.